23 de setembro de 2010

um passo apenas

Do tudo a oferecer, do bem a querer. Onde de se temer, onde há de se esconder. Dedicar-se plenamente, será pecado, será martírio. Ou não. Será o preço do aprendizado, o passo. Intuições são favoráveis quando o bem caminha só, e forte. E o avesso como será. Vai ser preciso inverter sentidos? Será preciso olhar do outro lado do muro, ou todos(sociedade) querem assim. Quem caminha errado, chega no certo? Pena, pena. Pois minha indução a isso é fraca e leviano, pois se fiz errado, que seja. Seguir seus intuitos, instintos, estar parecendo pecar, mesmo que seja o mais simples e belo sentido, AMAR. Será caro amar. Serar barata enganar quem ama ou acha que ama? O que será? Só o tempo dirá. Só  os ventos pra espalhar a verdadeira claridade da essência de viver. de amar. O tempo e que nomeamos aos fatos que  se juntam pra responder algo tão complexo que de simples é, mas todos, tudo não quererem. Por simplesmente embelezar alusões alheias, ego fortuitos e prematuros.  Amar não é só interpretar o que o outro transpassa a si.É realmente se amar para poder retribuir, simples assim. Mais os dias mudam assim como o ego próprio ilude falsas certezas de confiança da palavra que nem existe e nem sentido opõe:"livre arbítrio". O que é isso? Como diria meu amigo e sábio(sr. Roberto), "palavra essa criada pelo homem".  e digo: Quando o homem lembrar de onde és, de onde pisa. Saberás o que és realmente.

Apenas fiz o mais simples: amar. Serar que errei em não fingir de amar? Ser o mais singelo homem. Ou devo fazer como todos seguem fingir que ama.

Nos dias de hoje, vale-se quem atua bem a falsidade de dizer o que não é.

Não quero aprender que amar e praticar o amor, será um erro, um pecado. Perdoe-me meu senhor. Amem

8 de junho de 2010

Manuscrito 07.06.2010

Esquecemos os passos que damos.
Mas não esquecemos por onde andamos.

28 de maio de 2010

Não morra

Um caminho a trilhar. Um sentido. Da natureza se põe a crença. Crença essa que lhe provem prova. Prova do mas belo sentimento. Sentido. Uma imagem, uma simplicidade. Não pode ser nessa vida, não pode ser neste sonho. Mas a essência, fé, que se camufla no melhor dom. Amar. Não é só dizer amar. E o tudo que descobrimos quando sabemos pra quê vínhamos. Para o que somos. Não morrer, mesmo que sentidos deste mundo, não ultrapassem desta dimensão. Mas não morrer e a única certeza que temos mesmo quando o sacrifício parece ser o mais importante. Só existe uma regra: Não morra.

10 de dezembro de 2009

O inesperado

Rotina se criando. Tempo se passando. Casual a acontecer. Horário marcado a perder. Compromisso de labuta a falhar, carona com amigo fretar. Condução assumo. Após conciliação, pronto a próximo destino, destino esse que toma segundos de distração, que se presente tem de ser na condução. Do que se vale década de habilitação, se três segundos os desapreciam. Eu que não era eu. Metáfora arrogante, mas presente em afirmar persona que se ausenta em responsabilidade dos instantes que vale o todo. O inesperado toma o poder do condizer o que a de fazer. Pensamos que estamos certos sempre, fracos diante de erros. Fortes sim, quando os enxergamos. Assim eu assimilei o hoje, inesperado.

10 de outubro de 2008

Antes de partir

A principio queria titular: "Meus erros", mas como sempre. Ao meu hobby, me rendi. Capitulo a capitulo residia no dito da historia real(fictícia). Como assim: Claro que em menos de cento e vinte minutos seriam muito poucos para relatar um exemplo de vida, que espelhe a essência de quase todos.
Antes do que ser o perfeito, tem de ver a origem. Antes de cometer, tem de crer. Tudo quer se inspirar perfeição. Perfeição essa que já existe. O erro. O acerto. A pratica passiva dos erros. Na impetuosa busca de querer o perfeito, esquecemos da essência. Por que não sabemos a data de partir. Por que não temos o poder da cura e de corrigir os erros. Pois temos "coisas" maiores que tudo isso. Pensamos num ego fortuito de si próprio, afim de buscar sempre o "perfeito". As "coisas" maiores que temos do ego próprio, é a fé, o poder do perdão, a reflexão. Não apaga erros, não corrige atos. Mas aprendemos.
A essência estar no vivencial o menor tempo sorrindo. No menor pulo, mas firme. No mas curto abraço, mas sincero. No mais rápido beijo, mas alusivo. No menor prato, mas o melhor saciar. Na menor riqueza, mas no mais sincero ofertar. No simples pranto, mas no melhor desabafar. No mais sincero voto, mas na plena consciência sadia. Alem, a mais. No menor instante do feliz momento, mas na eterna lembrança que sorriu.

Assim, antes de partir.

27 de agosto de 2008

HAVIARAS

Degustação poetica poderia se dizer, descrever. Ao inverso do ver, do perto que se crer.
No preto ao claro onde-se ler.
Creio, no claro do singelo segundo, no principio do sorriso, aduzo: Essência pescreve do desatento, da claridade a bela que sorrir, do seu olhar atento infinito a seguir.
Do tempo, um instante tem que se pedir. Na distinção da beleza não sabemos reagir.

8 de maio de 2008

Igual a papel

Rugoso, frágil. Extenso com linhas ou não. Branco ou velho. Novo e reciclado. Utilizável, permeável, de fácil manipulação. Rabiscar, desenhar. Escrever. Passivo aos atos. Junto aos outros da mesma classe. Manuseio nos espirais do destino, que das voltas e reviravoltas providas da probabilidade do tempo. Passeia-se no advento do abrigo térmico. No calor dos fatores de clima, no vento que leva onde não se estima. Da chuva que o declara. Do fogo que o queima, tornando-o escuro, impossibilitando novas escritas. A durabilidade, a habilidade em ser maleável, pode ser julgável a ponto de amassar tudo. Ou rasgar as partes desse papel. Frágil papel.